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terça-feira, 31 de outubro de 2023

A arte de restaurar histórias (Resumo Feliz)


A arte de restaurar histórias (Resumo Feliz)


Um livros de histórias que fala do ofício de ser terapeuta. A partir de situações existenciais a autora constata como detalhes formam novos padrões, revezando com clareza a perspectiva do terapeuta e a do cliente. Ela revela como idéias, reações, pensamentos e emoções são inseparáveis e se transformam na matéria-prima do trabalho psicoterápico. Uma abordagem criativa que traz uma proposta de diálogo com o leitor baseada na visão gestáltica e na filosofia do diálogo de Martin Buber.

Lembrando que este resumo não diminui minha sugestão de ler a obra completa, espero que este resumo sirva apena de inspiração para buscar a obra completa:

quinta-feira, 20 de abril de 2023

Terapia de Casal

 Terapia de Casal


Quais são seus objetivos e expectativas para buscar a terapia de casal?


A terapia de casal é a modalidade de psicoterapia que é realizada com um casal, trisal ou outras formas de configurações distintas que envolvam duas ou mais pessoas. Sendo que geralmente o tempo de permanência do casal em uma terapia é menor do que em outras formas de terapia. Ela é recomendada para auxiliar na compreensão do outro em suas particularidades, para aprenderem a conviver com suas diferenças em harmonia.


Quando funciona mal e se torna figura, você é forçado a examiná-lo. Quando um casal vai para terapia, apenas para viver e muda sua atenção do conteúdo da vida para o processo de viver. Eles mudam sua atenção do conteúdo daquilo que estão vivendo para o processo de viver. Eles mudam sua atenção do conteúdo daquilo que estão vivendo para o processo de como seu viver acontece. (Joseph C. Zinker - A busca da elegância em psicoterapia)


É muito comum que um dos participantes busque o psicólogo como um aliado, como se o terapeuta tivesse de decidir o que é certo ou errado dentro de uma relação. Dentro de um set terapêutico o psicólogo não tem a função de um juiz, não sendo papel dele julgar as ações dos clientes.


Todos os casais são compostos por três indivíduos - um "você”, um “eu” e um "nós” a Gestalt-terapia de casais, de orientação sistêmica e processual tende a estudar o espaço relacional que acontece entre as duas pessoas. No trabalho com casais, nós damos uma atenção especial às interações dos dois parceiros como uma unidade e equilibramos todas as observações e intervenções em termos de “nós” do casal. (Joseph C. Zinker - A busca da elegância em psicoterapia)


A terapia de casal, como qualquer outra terapia, é um espaço de cura. E a cura muitas vezes pode significar a separação ou a reconciliação do casal, não existe uma caminha exata para todos os casais. O objetivo da terapia é a relação e muitas vezes descobrirem o que faz permanecerem juntos. Além de contribuir para reencontrarem o lado positivo deste relacionamento, visto que o lado negativo provavelmente já está visível.


A terapia não é uma tábua de salvação que pode salvar qualquer relacionamento. E gostaria de destacar também que não é ético que um dos membros do casal use o que foi dito na terapia de casal como munição para uma futura briga.


“Quero ter alguém com quem conversar, alguém que depois não use o que eu disse, contra mim” (Andrea Doria Canção de Legião Urbana)


Ficou interessado e quer saber mais? Entre em contato.


Biografia:

ZINKER, Joseph C. A Busca da elegância em psicoterapia: Uma abordagem gestáltica com casais, famílias e sistemas íntimos. / Joseph C. Zinker; [tradução de Sonia /augusto]. São Paulo: Summus, 2001 - (Novas Buscas em psicoterapia)


quarta-feira, 23 de março de 2022

Psicoterapia e Gestalt-Terapia


Psicoterapia e Gestalt-Terapia


A Gestalt-Terapia parte de uma visão holística da vida, do universo e tudo mais. Isso significa compreender o homem, a natureza, o planeta, cada ser vivo, cada objeto ou fenômeno do Universo enquanto uma totalidade, ou seja, enquanto uma unidade indivisível, um todo que é muito maior que a soma de suas partes, pois só podemos compreender o outro pela interação entre as partes que o compõem.


A consciência é uma totalidade indivisível. O fenômeno é a totalidade consciente. (Jorge Ponciano Ribeiro)


Percebemos que tudo no mundo encontra-se numa relação de conectividade e que, nada pode ser compreendido isoladamente, e é exatamente aí que entra a palavra Gestalt, que, apesar de não encontrarmos uma tradução literal, ela quer dizer estrutura ou configuração e envolve a ideia de totalidade e de organização.


A Gestalt-terapia compreende, então, o homem enquanto uma totalidade, ou seja, um sistema integrado e organizado, uma unidade indivisível corpo/mente, onde não há separação entre as partes que o compõem, mas sim integração, correlação, organização e interdependência.


O terapeuta precisa passar da análise para síntese, optando por criar todos em vez de separar as partes em unidades menores. 

(Joseph C. Zinker)


Dessa forma, não há no ser humano uma separação entre o seu sentir, pensar e agir. Sua mente, seu corpo e suas manifestações são partes de um todo, ou seja, são formas diferentes de expressão daquele ser humano e estão, portanto, integrados e contribuindo para a configuração desse todo. Assim, se algo muda em qualquer uma das suas partes, seja no aspecto emocional, mental, físico ou espiritual, o todo é reorganizado e pode surgir uma nova organização, uma nova gestalt.


Essa visão holística da Gestalt-terapia aponta também para uma compreensão do homem enquanto parte de uma totalidade mais ampla e mais complexa, que representa o contexto no qual ele se encontra inserido. Considerando, então, o homem enquanto um ser-no-mundo, um ser de relação, procuramos focalizar a totalidade da relação que o indivíduo estabelece com o seu meio.


Em Gestalt, cada um é responsável por suas escolhas e suas evitações. (Serge e Anne Ginger)


E esta relação indivíduo-meio é compreendida na Gestalt-terapia a partir das noções de singularidade, de liberdade e de responsabilidade, e a partir da crença no potencial criativo do homem, no seu poder de recuperação, crescimento e transformação, na sua tendência ao equilíbrio, à auto-regulação, na sua capacidade de se construir e reconstruir dentro de suas relações, sem desconsiderar, contudo, os limites, as dores, os conflitos, as contradições, que essa construção pode envolver.


A Gestalt, para além de uma simples psicoterapia, apresenta-se como uma verdadeira filosofia existencial, uma “arte de viver”, uma forma particular de conceber as relações do ser vivo com o mundo. (Serge e Anne Ginger)


Baseada no "aqui-e-agora", a Gestalt-Terapia tem como foco levar as pessoas a restabelecer o contato consigo, com os outros e com o mundo. Por ser considerada uma abordagem humanista, acredita na capacidade do ser humano em se auto realizar e desenvolver seu potencial.



Fonte:

GINGER, S.A. Gestalt: uma terapia do contato. São Paulo: Summus, 1995.


RIBEIRO, J.P. Gestalt-Terapia: Refazendo um caminho. São Paulo: Summus, 1985.


ZINKER, Joseph C. A Busca da elegância em psicoterapia: Uma abordagem gestáltica com casais, famílias e sistemas íntimos. / Joseph C. Zinker; [tradução de Sonia /augusto]. São Paulo: Summus, 2001 - (Novas Buscas em psicoterapia)


quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

A busca da elegância em psicoterapia (Resumo Feliz)


A busca da elegância em psicoterapia (Resumo Feliz)

Um dos autores mais respeitados em Gestalt-terapia inspira-se em princípios estéticos para propor um método de pensar e atuar em terapia, trabalho que vem realizando há mais de vinte anos. Uma das suas mais valiosas contribuições é a possibilidade de abordar terapeuticamente "sistemas íntimos" - duas ou mais pessoas com relação de proximidade - como extensão de casais e famílias. Apresenta de forma clara e consistente os conceitos que norteiam o trabalho em terapia, descrevendo generosamente exemplos práticos de intervenção.



Lembrando que este resumo não diminui minha sugestão de ler a obra completa, espero que ele sirva apena de inspiração para busca-la.




quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Como identificar pessoas tóxicas (você pode se ofender por aqui)

 

Como identificar pessoas tóxicas (você pode se ofender por aqui)


Muitos sites e meios de notícia divulgam formas eficientes de identificar as pessoas tóxicas, dividindo os assuntos em tópicos que não acabam mais. Porém eu trago o jeito definitivo de identificar pessoas tóxicas e com apenas um tópico, então prepare-se....


Só existe um tipo pessoa tóxica, que são aquelas pessoas que julgam outras pessoas de tóxicas, e ficam lendo autores mal informados para procurarem um viés de confirmação para suas dissonância cognitiva e questões existenciais particulares. Agora pare um segundo para assimilar.


Magoou? Que bom.... Agora que a carapuça serviu, vamos explicar isso direitinho:


Não é que você seja uma pessoa tóxica, na verdade isso é só uma provocação, o problema é que não existem pessoas tóxicas, ou se existem, eu não achei uma fonte confiável falando sobre elas. Pois nos manuais de psicopatologia não consta, também não tem nenhuma menção no CID-10, DSM-IV, no site da BIREME também não achei nada, ou seja, em nenhuma fonte séria consta essas tais pessoas tóxicas, para não deixar mentir, na SciELO tem um único artigo que eles são mencionados, mas apenas em uma única linha.


Então por que você sente que fulaninho é tóxico? Numa linguagem bem popularesca, é que seu santo não bateu com o dele e só, em outras palavras você não vai com a cara dele. Afinal, você não é obrigado a gostar de todo mundo, e nem todo mundo irá gostar de você.  Só que o mundo não é tão maniqueísta quanto as histórias narram, a verdade é que você já foi vilão da vida de alguém, você já fez mal alguém, mesmo que de forma não intencional, mas sim, já fomos tóxicos e provavelmente nem nos demos conta, então para que atribuir a vilania ao outro?


Bem primeiro por que só temos a perspectiva que nós somos os protagonistas, ledo engano grão de areia. E não esqueçam do raio da Dissonância cognitiva. Que resumindo bem, é a sensação de desconforto que sentimos ao nos depararmos com uma crença contraditória a nossa, E PIMBA, nós só precisamos disso para começar a rotular o fulaninho como tóxico. Só para registro, esse conceito foi desenvolvido primeiramente pelo psicólogo Leon Festinger.

 

Agora vou explicar o tal do Viés de confirmação, para você entender por que algumas pessoas perdem tempo tentando classificar seus opositores como tóxicos. Essa teoria afirma que tendemos a interpretar informações que confirmem nossas crenças ou simplesmente pesquisamos de fontes que nos coloquem como assertivos no que já acreditamos. Ou seja, quem acredita que existam pessoas tóxicas buscam por fontes que irão confirmar essa questão e grande chance de nem acreditarem em nada que eu escrevi até agora nesse texto, mas eu fiz minha parte, agora é questão de meditarem sobre o assunto...


Então como podemos evitar pessoas tóxicas, mesmo que elas não existam, ou seja, será que podemos evitar pessoas que entram em Dissonância cognitiva com nossas crenças? Será que podemos evitar pessoas que passam longe de nosso viés de confirmação e batem de frente com o que é mais sagrado com o nosso estilo de vida?  A resposta para isso na minha nada humilde opinião está na Oração da Gestalt, que não tem nada de religioso, e na verdade é um pequeno poema feito pelo Fritz Perls, que sintetiza a abordagem psicológica que ele desenvolveu e que é a minha principal ferramenta de trabalho, a Gestalt-terapia, então vamos lá, quando estiver frente a uma pessoa tóxica, ou quando estiver sendo julgado como uma pessoa tóxica, pense nestes versinhos e fique em paz:

 

“Eu sou eu, você é você.

Eu faço as minhas coisas e você faz as suas coisas.

Eu sou eu, você é você.

Não estou neste mundo para viver de acordo com as suas expectativas.

E nem você o está para viver de acordo com as minhas.

Eu sou eu, você é você.

Se por acaso nos encontrarmos, é lindo.

Se não, não há o que fazer. ”

 

Concluindo: as vezes temos atitudes que são tóxicas, mas isso não nos transformam pessoas tóxicas 24h por dia, somo apenas humanos tropeçando tentando encontrar a boa forma, as vezes entregamos pedras, as vezes entregamos flores.

 

CID-10 - Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde

DSM-IV - Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders

BIREME - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde

SciELO - Scientific Electronic Library Online

 

Obs1: caso queira ver o único artigo que eu achei mencionando esse termo segue o link: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-45082019000400951

 

Obs2: e que venham as pedras


Rio de Janeiro, 19 de agosto de 2020

 

 

 


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Ego, Fome e Agressão (Resumo Feliz)


Ego, Fome e Agressão (Resumão)

Este é um resumo para primeiro livro de Perls, escrito num período de transição, em que já não se identificava com a psicanálise, e antes de criar a Gestalt-terapia. Perls questiona várias das concepções psicanalíticas da época, tornando o livro um exercício de reflexão. Imprescindível para quem deseja conhecer os primórdios da abordagem gestáltica, bem como suas semelhanças e diferenças em relação à psicanálise.

(Para Ler Online)

(PDF, EPub e Mobi)

Caso queiram ler o livro na integra (vale muito a leitura) acessem o link abaixo para adquiri-lo:



sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

15 Frases Matadoras de “Ego, Fome e Agressão” de Fritz Perls


15 Frases Matadoras de “Ego, Fome e Agressão” de Fritz Perls


Este é o Primeiro livro de Perls, escrito num período de transição, em que já não se indentificava tanto com a psicanálise, e antes de criar a Gestalt-terapia. Perls questiona várias das concepções psicanalíticas da época, tornando o livro um exercício de reflexão. Imprescindível para quem deseja conhecer os primórdios da abordagem gestáltica, bem como suas semelhanças e diferenças em relação à psicanálise.



1 - A sessão individual deveria ser a exceção mais do que a regra

2 - Em psicologia (...) observador e fatos observados são inseparáveis.

3 - Os instrumentos de percepção se desenvolvem a serviço de nossos interesses

4 - O motorista de automóvel, intolerante com os pedestres, praguejará contra os motoristas quando ele mesmo é o pedestre.

5 - Aqui, é a única realidade existente

6 - O luto é uma parte do processo de ressignificação, necessário para superar o apego do passado.

7 - O ego é estreitamente relacionado com a identificação

8 - A incapacidade de enfrentar situações desprazerosas mobiliza os traidores do organismo

9 - Psicoterapia significa ajudar o paciente a enfrentar os fatos que oculta a si mesmo

10 - Antes que você possa dominar a arte do silêncio interior, contudo, precisa praticar a arte de “escutar” seus pensamentos.

11 - É ainda mais difícil perceber quem é você quem produz todos os sintomas neuróticas e não um misterioso “isso” ou “libido”

12 - Se posso retirar a água da torneira da cozinha, é desnecessário ir até o poço.

13 - Há sempre a possibilidade de que a situação possa ser concluída se nos rendermos ao inevitável

14 - Treine-se em não falar. Desenvolva a arte de escutar. É melhor engolir as palavras de outra pessoa do que as suas.

15 - Lembre que há poucas situações na vida nas quais é absolutamente obrigatório dizer alguma coisa.



Na próxima postarei um resumo completo e caso queiram ler o livro na integra acessem o link abaixo para adquiri-lo:


sexta-feira, 7 de junho de 2019

Fobias e Intervenções


Vamos falar um pouco sobre as fobias e como o psicoterapia pode contribuir para a melhora a qualidade de vida de quem está nesta condição.

Fobias e Intervenções 


A é fobia é um medo persistente e irracional a um determinado estimulo que representa pouco ou nenhum perigo a pessoa, mas mesmo assim consegue provocar bastante ansiedade. Ela costuma ter uma longa duração, tendo reações físicas e psicológicas e assim comprometendo a qualidade de vida do indivíduo. A pessoa fóbica gasta muita energia para evitar uma situação que coloque a frente do que lhe causa este medo, gerando mais apreensão do que pode vir.

O organismo se afasta de dores reais. O neurótico se afasta de dores imaginárias e de emoções desagradáveis. Também evita assumir riscos razoáveis.
(John O Stevens - Isto É Gestalt)

É bom fazer uma ressalva que sentir ansiedade até certo nível é aceitável e é até natural. Assim como o medo que está conectado diretamente com nosso instinto de "Luta e Fuga" e por isso é muito útil para a nossa sobrevivência como espécie. Porém a fobia não segue uma lógica racional pois o que está ameaçando não apresenta um perigo real a pessoa. Ha diversas modalidades de fobias, desde o medo de interações sociais (fobia social), de lugares abertos (agorafobia) até o medo de animais, objetos e afins (fobia específicas).

Sintomas de Fobia

  • Angustia
  • Ansiedade intensa
  • Desajustes intestinais
  • Dificuldade para respirar
  • Dor no peito
  • Incapacidade de levar sua vida normal, devido um medo ilógico
  • Não ter capacidade para controlar o medo
  • Necessidade de fuga;
  • Palidez
  • Paralisação dos músculos das pernas
  • Sensação de pânico, terror ou temor a uma situação ilógica.
  • Sudorese
  • Taquicardia
  • Tremores nas mãos e/ou nos pés


A claustrofobia é uma projeção, no ambiente, da experiência de um mundo que é vivenciado como estreitado e opressivo 
(Fritz Perls - Ego, fome e agressão)

Exemplos de fobia específicas

Acrofobia: medo de altura;
Amaxofobia: medo de dirigir e dos desafios do trânsito;
Aracnofobia: medo de aranhas;
Bromidrofobia: medo de odores do corpo;
Catsaridafobia: medo de baratas;
Cinofobia: medo de cachorros;
Claustrofobia: medo de lugares fechados;
Deipnofobia: medo de jantar em grupo;
Eisoptrofobia: medo de espelhos e de se olhar no espelho;
Filemafobia: medo de beijar;
Glossofobia: medo de falar em público;
Hematofobia: medo de sangue;
Isolofobia: medo mórbido da solidão,
Lanchanofobia: medo de vegetais;
Monofobia: medo de ficar sozinho;
Nomofobia: medo de estar sem celular ou aparelhos eletrônicos no geral;
Odontofobia: medo de dentista;
Pogonofobia: medo por barbas;
Quilofobia: medo de roedores;
Rupofobia: medo de sujeira;
Siderofobia: Medo de estrelas ou do céu estrelado;
Tanatofobia: medo da morte;
Uiofobia: medo dos próprios filhos
Zoofobia: medo de animais.

Como tratar uma fobia 

Uma maneira eficaz para se tratar uma fobia é modificando a relação emocional entre o indivíduo e o objeto fóbico. A psicoterapia pode promover esse trabalho ao propor um reprocessamento emocional das situações relacionadas a fobia, um treinamento para lidarem com suas ansiedades emergentes, contribuindo para que a pessoa enfrente o objeto fóbico de modo exponencial, podendo ser indicado até intervenções externas ao consultório (experienciação). É preciso buscar uma tomada de consciência, das sensações e percepções diante deste medo irracional para poder se apropriar dele. Em alguns casos também será indicado a intervenção medicamentosa para equilibrar situações neurológicas.

Espero que esse breve texto tenha lhe ajudado, mas caso precise de mais algum suporte ou esteja procurando um psicólogo clínico entre em contato pelo telefone (21) 99420-5918 (claro e whatsapp) ou pelo e-mail tiagomaltapsi@gmail.com Eu terei o maior prazer em lhe atender.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

As Funções do Sistema Tegumentar: (Sobre o olhar de um Psicólogo)



Neste livro, convido você a explorar a pele sob uma perspectiva, que une o conhecimentos da fisiologia e da psicologia para oferecer uma visão holística sobre o sistema tegumentar. Entenda como nosso maior órgão não apenas nos protege fisicamente, mas também desempenha um papel crucial em nossas interações sociais e emocionais. Ideal para profissionais da saúde e entusiastas do conhecimento.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

EU e TU - Martin Buber (fichamento)

Sobre o Livro: Eu e Tu (escrito em 1923) foi considerado um dos maiores livros do século XX em lista elaborada por Mortimer Jerome Adler e publicada na Revista Time, de 7 de março de 1977.


Sobre o Autor: Filósofo, teólogo, professor e educador. Nascido em Viena, foi um dos grandes pensadores do sionismo. Ex-editor do semanário Die Welt, principal órgão de imprensa dos sionistas, e da revista Der Jude, publicação mensal dedicada à comunidade judaica alemã, foi professor da Universidade de Frankfurt am Main. Renunciou logo depois da ascensão de Adolf Hitler ao poder, em 1933. Proibido de dar palestras, ainda fundou um centro de ensino judaico em plena Alemanha nazista. Abandonou o país um ano antes do começo da II Guerra, em 1938. Desde então, morou em Jerusalém, onde foi um dos expoentes do movimento pelo binacionalismo, a defesa de um país habitado tanto por judeus como por árabes. Em 1946, publicou o livro Caminhos da Utopia, em que detalha sua visão de uma Terra Santa compartilhada pelos dois povos dentro das mesmas fronteiras. Morreu em 1965



terça-feira, 13 de maio de 2014

Conexões Gestálticas e a Experiência do Trabalho Monográfico.


O objetivo deste evento é apresentar e discutir temas desenvolvidos em trabalhos monográficos de final de curso de graduação em psicologia inspirados ou atravessados pela abordagem gestáltica. Consideramos tal discussão pertinente não apenas para desmistificar a elaboração da monografia, como para debater temas atuais que foram também desdobrados da trajetória do Laboratório Gestáltico na UERJ, onde têm sido produzidos encontros, mini-cursos, oficinas, palestras, debates e simpósios, desde 2008 até o corrente ano. 

Assim, trazemos para discussão os trabalhos de nossas ex-estagiárias Rafaelle Mello, Keytth Vianna e Priscilla Welte, bem como os de Rosiane Seixas e Rosemere Marques, que participaram de alguns de nossos eventos. Rafaelle e Keyth, em modos diferentes, compartilham conosco experiências vividas como estagiárias do projeto Dispositivo Clínico: tecendo redes, coordenado pela Prof. Alexandra Tsallis no Instituto Benjamim Constant, onde vivenciar as diferenças, atentar para as possibilidades do viver sem ver e poder construir outras realidades, tornam-se desafios em nossas práticas; Priscilla nos traz possibilidade de reflexões sobre o cuidado psicológico em situações de emergências e desastres à luz da abordagem gestáltica, destacando contribuições e a atualidade desse referencial para a atuação do psicólogo. Rosemere, por sua vez, nos traz curiosidades de uma iniciante acerca da prática grupal referenciada na Gestalt-Terapia, apontando questionamentos interessantes para o tema e Rosiane nos brinda com um relato sensível e consistente sobre sua experiência como estagiária em um hospital onde o fenômeno da resiliência emerge como figura. As apresentações serão comentadas pelas professoras e supervisoras: Cristiane Esch, Alexandra Tsallis e Luciana Soares, enriquecendo a discussão de temas tão interessantes quanto atuais.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Concurso Público para Docentes no Instituto de Psicologia (Gestalt-terapia) - Agosto/2013 - UFO



A Pró – Reitora de Recursos Humanos da Universidade Federal de Uberlândia, no uso de suas atribuições e considerando a delegação de competência que lhe foi outorgada por meio da Portaria/R/UFU/nº. 2.108, de 21/12/2012, do Reitor da Universidade Federal de Uberlândia, publicada no Diário Oficial da União em 27/12/2012, seção 2, p. 18; e tendo em vista o que estabelecem a Lei nº. 8.112, de 11/12/1990, a Lei 12.772 de 28/12/2012, a Medida Provisória 614 de 14/05/2013, publicada no D.O.U em 15/05/2013, bem como o Decreto 6.944 de 21/08/2013 publicado no D.O.U em 24/08/2013, e o Estatuto e o Regimento Geral da UFU, e demais legislação pertinente e complementar; considerando os termos da Resolução do Conselho Diretor nº. 08/2007, alterada pela Resolução nº. 06/2009 e pela Resolução nº 03/2013; e da Portaria/R/UFU/nº. 1.863, de 29/11/2012; e considerando o disposto no Decreto nº. 7.485 de 18 de maio de 2011, publicado no D.O.U., em 19/05/2011; que instituiu o Banco de Professores Equivalentes, torna público que será realizado Concurso Público de Provas e Títulos, para o cargo de Professor da Carreira de Magistério Superior do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal da Universidade Federal de Uberlândia, para o Instituto de Psicologia, no Campus Umuarama em Uberlândia/MG, mediante as normas contidas neste Edital.

Para baixar o Edital clique AQUI

Responsável: Alice Eva O. Nixon
Email: fapsi@ufu.br
Telefone: (34) 3218-2182

Mais Informações no site: http://www.ip.ufu.br/node/265

segunda-feira, 11 de junho de 2012

PSICOPATOLOGIA NA GESTALT- TERAPIA



        Na gestalt o homem é visto em sua singularidade que aponta para o fato que sintomas semelhantes apresentam-se em clientes diferentes, com histórias e campos diferentes, portanto com significados diferentes.

        De acordo com Erthal (1983), o problema da classificação psiquiátrica parece residir numa única premissa: existem comportamentos anormais que precisam ser categorizados em prol de mérito moral. Igualar o comportamento humano a um evento natural, igual a qualquer outro, impõe um status moral nessa premissa, justificando todo o tipo de classificação. Encaixá-lo em algo pré- moldado é mais fácil do que descobri-lo sobre seu próprio molde, é algo que se tem controle.

Como explicita Barroso a fenomenologia nos faz  substituição de insustentáveis certezas por reais indagações, a substituição de uma velada concepção normativa e fragmentada por uma visão unitária da existência humana.


Caso se interesse pelo trabalho entre num dos links listados para baixar ou ler online

http://issuu.com/tiagomalta/docs/psicopatologianagestalt-terapia

http://pt.scribd.com/doc/94535171/PSICOPATOLOGIANAGESTALT-TERAPIA

http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfKS0AC/psicopatologianagestalt-terapia