terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

As Funções do Sistema Tegumentar: (Sobre o olhar de um Psicólogo)




As Funções do Sistema Tegumentar: (Sobre o olhar de um Psicólogo)


A pele é a Fronteira de Contato mais tangível que poderemos descrever por isso devemos entende-la a luz da fisiologia, para compreender por que ela é tão importante na pratica clínica.

The skin is the most tangible frontier of contact we can describe, so we must understand it in the light of physiology, to understand why it is so important in clinical practice.





segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Comportamento Alimentar (Fome de Tudo?)

Comportamento Alimentar (Fome de Tudo?)

O presente ensaio tem por objetivo apresentar como nosso comportamento alimentar é moldado em nossa sociedade, visto que nós somos aquilo que comemos, e aquilo que comemos está ligado diretamente a nossa evolução. 










terça-feira, 10 de outubro de 2017

Atendimento Psicoterápico



Atendimento Psicoterápico - Av. Maria Teresa, 260 - Campo Grande, Rio de Janeiro - Plaza Office, Bloco 3, Sala 202 (em frente ao Supermercado Extra).


Atendimento Individual (Crianças, Adolescentes e Adultos). 
Além de psicoterapia em casa (Home Care) e Clinica Nômade (em praças e outros lugares públicos) em toda Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Contatos: 99420-5918 (claro e whatsapp) ou tiagomaltapsi@gmail.com

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Resenha para o texto Recordar, repetir e elaborar (Novas recomendações sobre a técnica da psicanálise)


Freud inicia este texto sobre como houve alterações das técnicas psicanalíticas desde Josef Breuer até agora: desde Breuer e a catarse, a passagem da hipnose para o uso da associação livre, até o desenvolvimento sistêmico onde “abandona a tentativa de colocar em foco um momento ou problema específicos. Contenta -se em estudar tudo o que se acha presente de momento na superfície da mente do paciente, e emprega  a arte da interpretação principalmente para identificar as resistências que lá aparecem, e torna-las conscientes ao paciente”. Assim pode se revelar ao paciente as resistências que são para ele desconhecidas. Mas o objetivo desta técnica (como nas anteriores é “preencher lacunas da memória ...é superar resistências devidas à repressão.”

O autor fala sobre como foi importante a técnica da hipnose para a abertura para “processos psíquicos únicos dentro da análise” além de ter permitido a evolução da técnica. “Em certos casos, tive a impressão de que a conhecida amnésia infantil, que teoricamente nos é tão importante, é completamente contrabalanceada pelas lembranças encobridoras. Não apenas algo, mas a totalidade do que é essencial na infância foi retido nessas lembranças. Trata-se simplesmente de saber extraí-lo pela análise.”

As fantasias e os demais processos internos devem ser visto a parte de recordar e elaborar; já que “nestes processos, acontece com extraordinária frequência ser recordado algo que nunca poderia ter sido 'esquecida', porque nunca foi, em ocasião alguma notado – nunca foi consciente”. Assim o que o paciente assimila durante a análise é independente destas lembranças.

O paciente não recorda coisa alguma do que esqueceu e reprimiu mas expressa-o pela atuação ou atua-o... Ele o reproduz não como lembrança mas como ação; repete-o, sem, naturalmente saber o que está repetindo”.

Freud afirma que o começo do tratamento de um paciente é por uma repetição. “Enquanto o paciente se acha em tratamento, não pode fugir a esta compulsão à repetição; e, no final, compreendemos que esta é a sua maneira de recordar.” Mas o que interessa neste processo é a relação desta compulsão à repetição com a transferência e com a resistência. Por isso podemos afirmar que a transferência é apenas um fragmento da repetição, não só para o analista mas para todo o presente deste paciente.

“Se o paciente começa o tratamento sob os auspícios de uma transferência positiva branda e impronunciada, ela lhe torna possível, de início, desenterrar suas lembranças tal como faria sob hipnose, e, durante este tempo, seus próprios sintomas patológicos acham-se inativos. Mas se à medida que a análise progride, a transferência se torna hostil ou excessivamente intensa e, portanto, precisando de repressão, o recordar imediatamente abre caminho a atuação...as resistências determinam a sequência do material que deve ser repetido”.

Por isso hoje se entende que ao invés de recordar o paciente repete para poder resistir. “Devemos tratar a sua doença não como um acontecimento do passado, mas como uma força atual”, já que o paciente sofre e age a partir destas experiências reprimidas (“o paciente a experiência como algo contemporâneo ”)
“O repetir tal como é induzido, segundo a técnica mais recente, implica, por outro lado, evocar um fragmento da vida real; e, por essa razão não pode ser sempre inócua e irrepreensível”.

O autor afirma que o início do tratamento já é uma mudança em atitude frente à doença. Já que o paciente cria coragem para dar atenção aos seus problemas e buscar ajuda e a cura para eles. Então está tomada de consciência é vital para o início do processo terapêutico. “Não se pode vencer um inimigo ausente ou fora de alcance”.

“No curso do tratamento, novos e mais profundos impulsos instintuais, que até então não e haviam feito sentir, podem vir a ser repetidos.”

“Todavia, o instrumento principal para reprimir a compulsão do paciente à repetição e transformá-la num motivo para recordar reside no manejo da transferência. Tornamos a compulsão inócua, e na verdade útil, concedendo-lhe o direito de afirmar num campo definido... alcançamos normalmente sucesso em fornecer a todos os sintomas da moléstia um novo significado transferencial e em substituir sua neurose comum por uma ' neurose de transferência', da qual pode ser curado pelo processo terapêutico... a partir das reações repetitivas exibidas na transferência, somos levados ao longo dos caminhos familiares até o despertar das lembranças, que aparecem sem dificuldade, por assim dizer, após a resistência ter sido superada.”

A última etapa é dar ao paciente tempo para conhecer melhor estas resistências, se familiarizar, de modo a poder elaborá-la e só assim poder superá-la. Por isso o analista neste estágio nada tem a fazer se não esperar pacientemente. Esperar a superação deste estágio árduo na vida de seu paciente.

Humildemente Tiago André Marques Malta

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

A verdadeira psicoterapia é o processo de modificar seu modo de se ver.

A verdadeira psicoterapia é o processo de modificar seu modo de se ver. 


A verdadeira psicoterapia é o processo de modificar seu modo de se ver.