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quinta-feira, 14 de março de 2019

Sobre Suzano (tentando pegar leve)



Se você acha que a culpa do que ocorreu em Suzano é do videogame, você é um Bocó;
Se você acha que a culpa não é do videogame você também é um bocó;
Mas se você acha que a culpa é do governo do PT nos últimos anos você é um bocó;
E se você acha que o PT não tem culpa alguma, você é um Bocó;
Se você acha que a culpa é deste novo Governo, já sabe né? Você é um Bocó;
Caso você ache que a culpa não é desse novo governo, é bocó na certa;
Mas também há quem culpe a Mídia por isso, aí e eu digo, que achar isso é coisa de Bocó;
E para finalizar é bocó quem acha que a mídia não tem nenhuma culpa nisso;

Na Verdade, o primeiro erro está na palavra “CULPA”, e deveríamos trocar por “RESPONSABILIDADE”.

O segundo erro está em acreditar que a responsabilidade está no outro, nós somos responsáveis, somos responsáveis por cada criança morta, cada lamina cravada, cada família chorando. Não é o outro numa frase com o sujeito oculto, nós praticamos o preconceito e esquecemos de praticar empatia, essa conta não bate e sempre é cobrada, mais cedo ou mais tarde.

Videogames são ótimas fontes para estimular e exercitar a cognição e os processos criativos, mas em uma pessoa com amente comprometida, até um jogo da velha pode despertar um pensamento sombrio.

Governos e governantes são os reflexos de uma nação, se estamos tão mal representados nos últimos 30 anos, foram a partir de nossas decisões. Deixando os mesmos velhus decreptus no poder, errar é humano, insistir no erro é burrice.

Nós somos a mídia escolhemos o que assistimos, escolhemos ou somos omissos ao que nossos filhos assistem, além do mais nunca fomos tão protagonistas no controle midiático, filmando, fotografando e compartilhando de tudo e muitas vezes sem checar as fontes, atire a primeira pedra quem não divulgou uma notícia falsa achando que estava fazendo uma boa ação.

Por último e não menos importante não sou contra a ideologia armamentícia, porém sou contra a ideologia armamentícia que estamos querendo importar, uma ideologia adoecida distorcida e criada com um discurso de ódio e medo. Estamos importando maus exemplos e creio que existem outras perspectivas melhores. Também podemos proibir ostensivamente as armas de fogo, mas tais tragédias infelizmente ocorrerão do mesmo jeito, onde não houver amor, haverá dor.

Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. (Monte Castelo)
Tudo é dor e toda dor vem do desejo de não sentirmos dor. (Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto)


Tiago Malta (Guerreiro Quase em Paz)
Rio de Janeiro 14 de Março de 2019





quinta-feira, 8 de março de 2018

Um causo sobre a Liberdade de Cátedra



            No dia 08 de março de 2001, no dia internacional da mulher, a Professora Doutora Debora Diniz foi convidada pela Escola Superior do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios para uma palestra sobre “Aborto e Moral”. A proposta era discutir a delicadeza moral do tema do aborto e suas implicações para o debate bioético e jurídico. Como antropóloga e pesquisadora da bioética, Debora desenvolveu uma sociologia do aborto no Brasil, pontuando as características do debate legislativo e a formação de comunidades morais, destacando as razões da permanência do tema do aborto como uma das questões-chave ao debate bioético. Aos debatedores cabia uma arguição dos argumentos sociológicos e éticos da Professora Debora, o que infelizmente não ocorreu.

            Professora de Bioética da Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Católica de Brasília (UCB) na época, Debora Diniz começou a sofrer constrangimentos sucessivos, com ameaças de demissão e, até mesmo, com seu remanejamento dentro da Pós-Graduação, onde foi impedida de lecionar Bioética, cabendo-lhe a tarefa de ministrar aulas sobre metodologia científica. Impossibilitada de lecionar a disciplina que consumiu toda a sua vida acadêmica, Debora continuou no departamento de psicologia da Universidade Católica de Brasília, onde também orientava alunos de mestrado. Lá, a professora podia trabalhar os temas da Bioética de maneira indireta.

            A resposta ao evento de março de 2001 veio dois meses depois. Sucumbindo às pressões que vinha sofrendo desde o ano passado, a UCB resolveu demitir Debora Diniz sumariamente, sem justa causa. Pesquisadora de renome internacional, detentora de currículo e titulação exemplares e com notório respeito na comunidade acadêmica nacional e internacional, Debora foi demitida poucos dias após receber o Prêmio Manuel Velasco-Suarez de Bioética, oferecido pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Recebeu, também, o Prêmio Leadership Bioethics Award, entregue pela International Network on Feminist Approaches to Bioethics, durante o VI Congresso Mundial de Bioética em outubro/novembro de 2002, ocasião em que Debora coordenou a IV Conferência Internacional da FAB.

            Desde a sua demissão, centenas de cartas e e-mails começaram a chegar, o que fez com que a ANIS: Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, organização não-governamental sem fins lucrativos da qual Debora é uma das diretoras, criasse o e-mail Liberdade de Cátedra (liberdadecatedra@anis.org.br). As mensagens de manifesto continuam chegando desde então, e seus remetentes estão em todo o planeta: Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Alasca, República Dominicana, Holanda, Dinamarca, Alemanha, Austrália, México, Argentina, Chile, África do Sul, Hungria, UNISINOS, Israel, França, Canadá, Itália, Portugal, Havaí, entre outros. Dentre as instituições do Terceiro Setor ou acadêmicas e/ou pesquisadores, professores e alunos que se pronunciaram, estão: Associação Brasileira de Antropologia, Fundação Oswaldo Cruz, University of Minnesota, Columbia University, Universidade de Brasília, Universidade Federal de Santa Catarina, USP, Unicamp, Ohio State University, Themis: Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero, CFEMEA, Universidade de Lisboa, University of Toronto, IPEA, Católicas Pelo Direito de Decidir, Universidade Federal do Paraná, Albert Einstein College of Medicine, Senado Federal, Câmara dos Deputados, University of Pennsylvania Center for Bioethics, University of Edinburgh, University of Wollongong, Red Católicas por el Derecho a Decidir – America Latina, Universidade Federal Fluminense, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, San Francisco State University, International Network on Feminist Approaches to Bioethics, International Association of Bioethics, Universidade Federal do Espírito Santo, University of Califórnia, entre muitos outros.

            Poerém, uma importante instituição se juntou ao movimento internacional pela Liberdade de Cátedra. Recentemente, a American Association for the Advancement of Science, que edita a revista Science, apoiou a causa e coordenou um trabalho de conscientização em todo o mundo, orientando as pessoas a manifestarem seu repúdio e protesto enviando cartas ao ministro Paulo Renato de Souza, ao ministro da Justiça, Paulo de Tarso, e ao embaixador do Brasil em Washington, Rubens Barbosa. Além disso, o Comitê de Direitos Humanos e Liberdade de Cátedra da Associação de Estudos Latino-Americanos (LASA) manifestou, também, seu repúdio à demissão de Debora Diniz.

            As manifestações contrárias à demissão da pesquisadora demonstram o cenário de um Brasil que ainda precisa discutir e respeitar a liberdade de cátedra (liberdade acadêmica), que assegura a liberdade de aprender, a liberdade de ensinar e a liberdade de pesquisar. Como se pôde notar, a maioria das mensagens. Esta constatação não foi uma surpresa para os defensores do movimento. A liberdade de expressão no Brasil ainda sofre com as pressões políticas, ideológicas ou religiosas, e, dentro das universidades brasileiras.

Para saber mais:
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT757558-1666-1,00.html

Fonte da Imagem:  
HonestReporting - https://www.flickr.com/photos/honestreporting/15423478806

sábado, 16 de junho de 2012

Corrosão frente a TV





(...) com todos os cidadãos do mundo num futuro quase hoje (ou será que foi ontem?), conectados; os plugs ligados, a TV transmitindo aquela realidade caricata em forma de holograma. É assim que funciona nesses tempos de alta tecnologia, massificação e pós- globalização.


     Eles estão assistindo a um programa tolo, alguns dizem que aquilo é entretenimento. Muitos se divertem de uma forma barata (mas custa tão caro regenerar o que ela pode causar) e poucos lucram com este veneno. Peitos, Bundas e desgraça alheia... O que mais você quer pra descansar?
    Esta é nossa diversão: de um lado, seres solitários num quarto sujo; do outro lado, um auditório de marionetes. A rua é perigosa, diz um homem obeso entre esses dois paralelos. A rua é perigosa e fique aqui comigo. Alguns fazem de forma tão sistémica o “assistir à tv” que podemos classificar como uma espécie de ritual ou até mesmo uma religião. Louvado seja MEU controle remoto.
   Uma lenda urbana conta que um rapaz resolveu mudar as coisas, foi até a central televisiva ver como tudo funcionava. Ligou as gambiarras erradas e a programação começou a se modificar para uma coisa um pouco mais instigante e fomentadora de pensamentos próprios e dúvidas que poderiam gerar boas respostas. Por uma mera piada do destino, a central conseguiu rastrear o pobre hacker. Eles entraram (pelos plugs) na cabeça do menino e nesse maldito instante a corrosão se inicia. Não há defesas e a consciência dele foi transferida para o cyber espaço. Azar o dele? Errado! Azar o Nosso.
     Alguns dizem que estávamos a um passo da liberdade mental quando aconteceu o eclipse; nossa mente ficou turva perante as correntes informeciais. Aquele Kara que iria mudar o mundo foi o primeiro a fritar perante a experiência; ele hoje não passa de um vírus, de um produto, de um conceito usado para corroer os outros. Tudo que ele conseguiu tentando nos salvar foi acelerar o processo.
     A cólera que esta lá, a corrosão mental que está por todo lugar... Será que são homens como a gente que controlam tudo atrás dos muros? Será que é alguém igual a mim teria a humanidade de me escravizar? Esse é nosso “daqui a pouco”, se continuar nossa dependência patológica frente à TV.
Obs: Desligue o monitor e faça uma festa na praça


Texto: Tiago Malta
Revisão: Alan Costa

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Duendes, fantasmas, E.T.s e outras criaturas (um ensaio sobre o Natal)

Eu acredito em Papai Noel!



Pode parecer uma frase estupida, mas é verdade sim, eu acredito em Papai Noel, essa frase soa estranha sendo eu um rapaz que já passei há muito tempo dos meus 20 anos de existência e piora tudo porque eu sou um cara que não gosto de Natal. Mas acredite, isso é uma Balela, eu posso acreditar em Papai Noel (como entidade e/ou arquétipo) e não gostar de Natal (como festa pagã que foi indexada ao cristianismo e hoje em dia só se comemora o ato capitalista da coisa); eu tenho um ódio mortal por maracujá e ninguém nunca me viu falando que eu não acredito que maracujá não existe, no meu quintal estou até montando uma parreira, mas isso vai ser aplicado em outro ensaio sobre tolerância.

O que importa é falarmos sobre fé e tentar explicar a nossa dificuldade contemporânea de vermos coisas fabulosas. Vai ser uma mixer entre esoterismo, física aplicada a ecologia e empirismo, sem muito embasamento, mas mesmo assim muito saboroso. Por que talvez isso te facilite a resgatar seu lado mais sensível. 
[Nota-1: O Texto ficou um pouco extenso e pouco funcional, mas acho que consegui dissecar de forma criativa nossa falta de fantasia.]

Vamos voltar ao livro de Gênesis “e Deus criou o homem a sua imagem e semelhança”. Há um grande questão nesta frase, pois semelhança a Deus me parece conferir uma parcela de responsabilidade na criação do universo, pois certas coisas só irão existir de acordo com que vocẽ acredite que ela exista (fé) ou não, pessoas que não acreditam no amor nunca serão amadas e é por isso que é tão mortal falarmos que “eu não acredito em F****”, hehehe Vocês acharam que eu iria terminar a frase com a palavra fadas e ser responsável pela morte de uma delas só pra botar algo de útil em sua cabeça tão descrente. Já percebeu como dói quando alguém diz que não acredita que você, que não acredita que você fez aquilo. Acredite em mim, a crença humana é uma das magias mais poderosas que nós possuímos. 
[Nota-2: O Apocalipse será o dia que Deus parar de Acreditar na gente.]

Vou tentar explicar um pouco melhor com algumas exemplificações o porque não podemos ver ou não conseguimos ver tais seres e mesmo assim eles devem existir. Não poder para mim é sempre mais fácil de explicar, como foi ponderado acima tem uma implicação direta com sua fé e seu poder criativo, talvez isso explique até como os panteões de deuses de diversas culturas seguem um padrão arquétipo semelhante e quando passamos a culturas monoteístas eles são apenas emulados para figuras de santos e anjos, logo, existe uma força espiritual que é a mesma para varias culturas, porém elas apenas aparecem de formas diferentes de acordo com cada cultura. Por isso um elemental na China monta uma serpente alada e no Brasil um Javali (também não faria o menor sentido o animal guia de xamã na África ser um urso polar) mas o fato é que as figuras se repetem, mas elas conseguem apenas se manisfestar não com sua forma real mas apenas de uma forma que seja confortável a nossos olhos e isso não para nos agradar, mas porque é a única forma que conseguiriam se manifestar.

Mas porque não podemos ver? Gostaria de trazer o exemplo dos óvnis, se você quiser pesquisar, cada vez são mais raros as suas aparições e quando há é apenas no interior. Porém acredito que tenham mais óvnis observando nosso comportamento nas grandes cidades do que no interior, mas o problema de vermos tem haver com excesso de iluminação, quanto mais modernas fica nossos aglomerados, o céu noturno fica mais estático, as noites aqui no centro do Rio de Janeiro; eu não consigo ver estrela alguma, a não ser que aconteça um apagão, esse fenômeno se chama poluição luminosa e quanto mais uma cidade for iluminada mais o céu se torna escuro. Meu amigo, se numa noite normal não conseguimos ver as estrelas que temos a certeza que estão ali, imagina pensarmos em ver objetos que muitos duvidam da sua existência, acho que mesmo se víssemos (a sociedade tem nos deixado tão engessados) que não perceberíamos como tal e daríamos outros significações racionais.

Fantasmas e aparições tem diversas implicações para não serem visto. 
[Nota-3: que todas essas questões de não percepção, são aplicadas a pessoas normais, por isso pessoas mais sensitivas conseguem ainda ver certas manifestações].
A poluição luminosa e sonora também interfere muito a visualização. Provavelmente essas entidades estão em um plano um pouco abaixo da nossa (umbra) e pra serem visto precisam estar em um ambiente mais escuro, o ser humano não consegue ver todas os espectros luminosos, por exemplo não enxergamos a luz ultravioleta, e certas fontes de luz interferem em outras fontes e nosso excesso de luminescência atrapalha que percebamos tais espectros. Provavelmente a fonte luminosa que são visualizados é abaixo da cor vermelha e o que antes conseguíamos perceber na sombra, agora pela falta dela fica difícil vermos. Outras pessoas falam em ouvir vozes, antigamente eu ouvia essas vozes, mas antigamente não passava um carro de som a cada 3 minutos, antigamente não ficávamos com o fone de ouvido o dia todo e logo tínhamos muito menos ruido. Ai voltamos ao confronto empírico que é muito mais fácil ouvir algo que esta no limiar de percepção quase estourando seus tímpanos do que uma voz sussurrante beirando a percepção sub-liminar, ou seja, abaixo do limiar de percepção. Alguns pesquisadores (e eu também) acreditam também que os celulares interfiram no que se refere ao campo vibracional, ondas e mais ondas, mascarando a presença de tais criaturas, esta pesquisa eu li em 2003, agora (em 2011) que temos 3 celulares para cada cidadão o campo de ondas Fm em choque que interfira deve estar enorme. E por ultimo voltamos a base deste ensaio fé e/ou crença um ser que se alimenta do seu medo, não tem a minima chance hoje em dia, o cinema já deu medo o suficiente com Alien o oitavo passageiro, o Iluminado e Ringu. E convenhamos a politica, a policia e o pastor nos botam bem mais medo do que qualquer mulher de branco.

Depois de tanta explicação chegamos aos Duendes, e ele estão aqui pra representar todos nossos amiguinhos elementais ou os que tenham alguma ligação com a natureza sejam fada, caiporas, Qilins. A não percepção deles esta diretamente relacionado a todas problemáticas apontadas no texto: Fé, excesso de modernidade e engessamento bidimensional. Mas no caso destes consigo apontar mais um problemão. Poluição, desmatamento e tudo mais que esta acontecendo com Gaia, quanto mais distanciamos da natureza, mais ela se afasta de nós. Muitos "estudiosos do assunto" falam que eles estão retornando ao seu plano, pois está insuportável viver conosco. Seja coerente porque você iria querer assistir a extinção do paraíso, se Dartel esta distante apenas da vontade e desejo.

Eu não sabia que o texto se tornaria tão extenso (me desculpe), mas percebo a mesma problemática se repetindo dia após dia. Lobisomens, Monstros marinhos e amigos invisíveis nos acompanham desde sempre, mas somos obrigado a negar quando entramos em contato com estes seres, primeiramente pelo nossos pais em um sistema mecanicista que é passado de geração em geração e pela sociedade, pois quem vê mula sem cabeça só pode ser Louco. [;P] logo é mais plausível negar e mentir tanto até conseguir mentir a si mesmo.

E finalmente vamos tentar analisar o caso do bom velhinho, Ele esbarra na questões arquetípicas onde um ser se apresenta de formas diferente de acordo com a sociedade, diversas crenças distintas como Horú, Krishna, Mitra tem o dia 25 de Dezembro em comum, logo não podemos negar que esse dia é sagrado de uma forma ou de outra. Porém ele irá esbarrar também no problema da poluição luminosa e sonora para atrapalhar nossa percepção. Provavelmente não verá a morte de Gaia com Bons olhos. E pra piorar ninguém percebera o que não acredita, talvez ele até esteja morto... quantas pessoas será que devem acreditar nele? E quanto devem não acreditar? Faça a média e faça um paralelo com a fada que basta apenas uma pessoa para desintegra-la. Por ultimo lembre que Santa Claus é motivado a abençoar o lar (e não o individuo como se pensa) que tenha praticado o bem e não que seja bom, pois ser bom e não fazer o mau e é mais fácil que praticar o bem a outra pessoa. E seja sincero meu leitor cativo que me acompanhou até aqui, quem é que você conhece que conseguiu nos últimos anos ser assim? Se você conhece pode acreditar que Papai Noel passou na casa dele, mas se você não consegue acreditar cuidado pois como foi falado desdo começo desta prosa sua falta de fé pode ser extremamente perigoso para o universo...

Por isso você gostando ou não tenha um feliz natal e quando der meia noite tente se concentrar em bons fluidos e boas novas. Medite, desligue o som da televisão e se concentre pois você terá mais chances de ouvir sinos passando por cima da sua casa.
[Nota-4: Lembre-se que Papai Noel apenas presenteia com objetos manuais e amuletos, mas nunca com itens de marca]

(Texto de Tiago Malta, todos os direitos quase reservados)

Glossário:

Arquétipo: Modelo pelo qual se faz uma obra material ou intelectual. Para a filosofia é o Modelo ideal, inteligível, do qual se copiou toda coisa sensível: para Platão, a ideia do Bem é o arquétipo de todas as coisas boas da natureza.


Empirismo: é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das ideias, discordando, portanto, da noção de ideias inatas. Ele é caracterizado pelo conhecimento adquirida pela percepção.

Dartel: É uma terra nunca visitada por humanos, a que os pequeninos chamam de "último lar'', e que corresponderia a um refúgio para os que desejam abandonar, para sempre, o mundo dos homens.

Gaia: é um conceito filosófico cujo nome vem de Gaia, deusa grega da Terra. É um termo inclusivo para conceitos relativos à natureza da Terra, que é constantemente agredida pela ação humana.

Qilin: é uma criatura encantadora por sua caridade, generosidade e grande respeito à vida. É dito também que só aparece em regiões que são governadas por pessoas benéficas ou virtuosas. É muito difícil a aparição de um Qilin, pois ele só aparece para aqueles que tem respeito à vida o mesmo tanto quanto eles têm

Ringu: um filme de terror de 1998. É uma adaptação para o cinema do livro de mesmo nome, escrito por Koji Suzuki. Serviu de inspiração para o remake The Ring (O Chamado) em 2002.

Subliminar: São estímulos sensoriais que estão abaixo do limiar de percepção e por isso não são percebidos. Especula-se que tais estímulos são percebido de forma subconsciente, porém nada foi comprovado de fato.